Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

JUSTIÇA PARA FLÁVIA!

 

 

“A união dos blogs em torno de um tema nos torna - a todos - mais fortes. Vamos juntos, escrever sobre a lentidão da justiça no julgamento de processos judiciais, deixando vítimas de acidentes graves, esperando por anos a fio pela punição dos culpados e por uma indenização coerente e condizente com a gravidade do dano que lhes foi causado. Vamos protestar contra essa lentidão, não só no Brasil, mas também nos países em que a justiça seja lenta. Somos todos irmãos!!”

 

Retirado do Blog da Flávia, essa Menina tão bonita, tão bonita!

Excerto do texto que esta Mãe LINDA por fora e tão mais BELA por DENTRO, a Odele, escreveu, com tanto carinho, com tanta força, com tanta ternura, com tanto AMOR!

 

 

 

Que todos nós nos unamos, hoje, mais ainda.

Façamos uma roda, cantemos uma canção de ninar.

Para ela, com todo o carinho, um beijo enorme, super lambuzado na ponta do nariz, como eu sempre adoro “dar-lhe”, porque não há longe nem distâncias, quando se gosta muito, quando se AMA!

Todos juntos somos uma multidão imensa, imensa!

Todos juntos, seremos a VOZ que chegará e tocará o CORAÇÃO de Brasília!

Vai ser realidade, vai ser, Odele, Flávia!

Vai ser porque ACREDITAMOS, e, quando se ACREDITA, nada há, mas NADA MESMO, que nos demova!

 

Com todo o carinho, adoro ter o orgulho de seres, Flávia, e, tu, Mãe, Amiga, Mana, Odele, um dos meus/nossos mais belos encantos!

Mil beijos, mil abraços solidarios!

Vossa, incondicionalmente,

 

Cris

 

 

publicado por Cris às 00:36
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Sábado, 23 de Agosto de 2008

Não há luar!

 

Emalei todas as paisagens, que, cada movimento, cada palavra, trazia.

Naquele Encontro, para além do Sol, para além da Chuva de Verão, para além de todos os Oceanos de Gestos, havia um espaço. Completou-se o ciclo, ao pendurar, no hiato que havia, o Perecer do sonho.

Olho a água…

Daqui a nada, vou, quando engolir, devagar, a última frase, ausente de brilho.

Nada existe capaz de aquecer…

Nada existe capaz de cobrir tamanho desencanto!

 

Fotografia de © Jamie Kripke/Corbis

 

 

 

FIM!

publicado por Cris às 15:45
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

...não precisar dizer mais nada!

 

I may not always love you
But long as there are stars above you
You never need to doubt it
I'll make you so sure about it

God only knows what I'd be without you

If you should ever leave me
Though life would still go on believe me
The world could show nothing to me
So what good would living do me

God only knows what I'd be without you

God only knows what I'd be without you

If you should ever leave me
Well life would still go on believe me
The world could show nothing to me
So what good would living do me

God only knows what I'd be without you
God only knows what I'd be without you
God only knows

 

  Fotografia de ©Ana Rita Pinto/2008

 

 

 

 

 

publicado por Cris às 00:48
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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

Brasileirinha dji carteirinha

"You're leaving right beside me, and I miss you, and I need you. I do.
But don't go, take my love,
I won't let you, I'm saying please don't go.
Don't go, take my love,
I won't let you, I'm saying please don't go.."

 

Excerto do Tema Gap

dos The Kooks

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando estão, quase, quase, a transbordar de saudade, dois corações, chega um mimo do terceiro que vale por tudo, tudo, e, enchemos a boca de Encantos!...

Esticamos os braços, esticamos, atravessamos este mar… e…Não há NADA que nos separe, Amor!

E o Novembro chega num ápice, e no Natal, estaremos as três, de novo, juntinhas!

 

 

 

publicado por Cris às 01:25
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

desejo

 

 

 

 Foto retirada Daqui

 

 

Sou ruido.

Como eu queria ser silêncio!

 

publicado por Cris às 03:02
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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

Adoro ver-te voar...

 

 

…Meu Mundo de Cor,

Meu Poema,

Meu Encanto!

 

                                                                                                                                                                                                                                          

Fotografia de © Maria João Pinto

 

 



 

Orgulho-me de te saber assim, bonita, mulher! Tu tão Minha, eu tão Tua!

Não te prometo que sorria da mesma forma, enquanto te souber a voar, longe das minhas asas. Prometo-te sim, que me envaidecerei, por conseguires agarrar, abraçar um sonho e torná-lo realidade, com uma mestria tão tua!

 

Não te prometo que não vou chorar por não te ter pertinho! Prometo-te sim, que, em cada lágrima, te enviarei um cristal cheio de amor e que conseguirei que o sintas como um mimo meu, só para ti!

 

Não te prometo que estarei feliz, porque já sinto a tua falta e a casa já está a tornar-se tamanha, vazia, por não ouvir a tua voz… Prometo-te sim, um jardim de beijos, outro de abraços, sempre que te pense, pois que contigo sou grande, e, sem ti, sou tão pequena!

 

Não te prometo que não vá chorar porque não consigo. Prometo-te sim, que te Amo eternamente, e, que entre um soluço e outro, vão milhões de desejos de te ver voar, e que, não mais fecharei os olhos porque sou tua mãe, és minha filha, mas, mais do que isso, somos amigas, Meu Encanto, tão INCONDICIONALMENTE AMIGAS!

 

publicado por Cris às 00:33
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Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

Um gesto...Um Bolso...e...Uma Carteira de Fósforos

 

 

Tantas frases feitas que se escoam, se liquidificam, se perdem, se espalham pelos chãos que piso, que olho mas que não vejo.

Poderiam ter a ligeireza de chegar ao destino que lhes imputei.

Poderiam ter tanta força, tanta!

Mas de nada valem, quando não é de um nome de que se fala, ou de um verbo, sequer!

[…]

Dizer, isso sim, queria, fazia-me falta, se, no dia em que, por um mero acaso, chegasse ao fim da página e encontrasse no primeiro parágrafo da página seguinte o nome e o verbo.

[…]

Melhor importar-me apenas com delicadeza que ainda consigo conceder a cada um dos meus gestos e que nada mais questione, já que, sequer fui hábil para segurar um lugar, por muito leve que fosse.

 

 

 

 Fotografia de © Alison Wright/Corbis

 

 

 

Sem mesmo saber o quanto me fariam sentir, vieram pousar-me esta dança no soalho deste quarto do pensamento onde já estou, onde já estava, há tantos luares!
Há gestos impossíveis de explicar! Quem sabe, (se nem eu mesma sei) porque foi que veio, porque mo trouxeram?
Não! Não vou ocupar esta pista com perguntas.
Sereno sim, ao som do tango, alheada de tudo…

Belo o bater da chuva na vidraça desta janela, enquanto o danço, de mão pousada no ombro do desejo de sorriso arrebatado, tão bandido e canalha mas tão sensual como o deste tango.
É suave e ternamente subtil, o afastar da cortina, apenas o pedaço bastante para que a luz ténue dum luar tímido ilumine o espaço e venha ver como um nada é tanto, tanto, quando sentido a dois, ainda que só eu esteja, ainda que só eu sonhe, de mão pousada naquele ombro que sei que guarda o almejo, esta vontade que trago comigo, sempre!

E vamos dançar, prometo!
E vamos, porque tu queres, eu quero, nós queremos tanto!


Seria lá que dançávamos, fosse cumprida a promessa. Seria, sim!
Mas o vento foi mais célere do que ela e arrebatou-lhe a melodia que ela guardara. Não fosse  tão rápido, tão mais rápido que o tempo que me delonguei a tirar de mim este clamor, não fosse ele, o vento, e, estaríamos juntos agora, nesta pista de lembranças, paradoxalmente, só nossa!

Não vou esperar mais. De que adiantaria? Não traria mais de ti, não mais do que o que tenho, que, de teu, guardo.
Que a minha mão se abandone por aquele ombro.
Vou deixar-me levar, fechando os olhos, conseguindo iludir-me mais ainda que a mão amada que se entrega, conduzida que vai ser pelo par…

E é a chorar que me digo que vou dançar, para que, ainda que apenas por mim, seja cumprida a promessa!

publicado por Cris às 05:24
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Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007

E vai chegar o Setembro, Mãe!...

Dançando o Tango

 

Gosto muito de dançar. Uma das «danças» que me arrepia é o Tango. Há muito tempo que não o danço, mas são inesquecíveis as sensações que o Tango nos pode dar. Quando danço o Tango, mais do que pensar nisto ou naquilo, sinto a sensação do infinito, da sedução, do atrevimento e até da conquista. Perde-se a noção do tempo e ganha-se a força da liberdade... De passo em passo parece que tudo deixa de existir, para existir apenas e tão só aquele singelo momento. Só quem o dança sabe do que falo. Há uma passagem de um filme em que se dança o Tango de uma forma que me tocou e, por isso, resolvi partilhar esse momento; Al Pacino em Scent of a Woman.


Publicada por AJO em 16:20

 

Cliquei no teu nome, Adriana, e, cheguei aqui, aos teus Traços e Letras e abri este post e vi-o, sei lá… quantas vezes, quantas!


 

Deixei-te um comentário, atabalhoado, porque fiquei tão sem palavras, acreditas? Emocionei-me imenso, porque não contava e soube-me tão bem, tão bem!

Enviei-te um mail, pedindo autorização para por o teu post aqui junto com aquele vídeo fabuloso! Vi o filme, tenho-o, é notável! Disse no mail que to queria pedir emprestado para o dar a ver a alguém que dançava maravilhosamente, que conheceu a mais bela história de amor, que a viveu intensamente e que tantas vezes, muitas mais do que as que eu vi e revi o vídeo, lá no teu espaço, deixa escapar, quase como que um sussurro que, apenas quem a conhece bem, consegue ouvir:


- O que eu dava, Meu Deus, para dançar uma vez só que fosse, aquele tango, contigo, meu Amor!


 

Não vou dizer mais nada.

Deixo-vos, não com o vídeo que está no teu belo blog, Adriana, esse está perfeito lá e é lá que deverá ser sentido e vivido por quem gosta de dançar um Tango.

Fiquem com La Cumparsita, que foi o que uniu o par que eu mais gostava de ver dançar: OS MEUS PAIS, no dia último do mês que antecedeu o mês mais belo para os dois: Setembro de 1955!


 

 


 

publicado por Cris às 16:18
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Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2007

Minho

 

Saudade é ouvir-te quando dizias que o teu sonho era teres uma quinta.

Ficares a falar horas, dos sítios onde havia caça!

Recordas-te?

Íamos juntos e mandavas-me calar enquanto ias marcando os céus por onde vias passar bandos de tordos.

 

Saudade era querer agora estar calada porque tu mo pedias, para não espantar as presas!

Mas tu eras um garoto e eu a teu lado, outra, a fazer um esforço para não falar…

Durava pouco tempo e tu zangavas-te comigo e lá continuava eu a correr à tua frente, a parar, a dizer que olhasses, que iam ali tantos passarinhos e tu a dizeres-me que aqueles não, que aqueles não eram para caçar.

 

Saudade é estar aqui a pensar no que nos dizias tanta vez.

Penso-te aí, numa quinta, a que idealizavas, com ribeiro, árvores de fruto, casa de pedra, e uma mesa grande, cá fora, para todos nós, os netos, tantos, que ias ter!

Saudade é sorrir, enquanto te imagino feliz e que essa quinta seja a mais bonita de todas.

Os sonhos realizam-se sempre, não é, Pai?

Saudade é ter a certeza que acreditaste sempre nos teus e que nos dizias que nunca deixássemos de sonhar!

Saudade? É não conseguir dizer mais nada senão que sinto tanto a tua falta, Pai!

 

 

Queria ser vilarejo,

Aldeia de casas caiadas,

Sardinheiras nas janelas,

Cheiro a flor de campo pelo chão!

Ser a fonte,

Beber de água,

Ser ribeirinha a correr,

Regadio de muitos prados.

 

Queria ser o “bom dia!”,

Saudação bonacheirona,

Queria ser banco da venda,

Ser conversa,

Ser velhinho,

A sua boina,

Ser o grupo que ali se encontra,

Um jogo de dominó,

Uma boa gargalhada,

Ser uma história de avó,

Alvos fios de cabelo,

Ser semblante enrugado,

Ser olhos, ouvidos de neto…

 

Ser o sabor do estio,

O sol deitado pelos muros,

O chiado de duas rodas,

O cantar de carros de bois,

Ser o portão de uma quinta

Aberto de par em par,

Ser muitas arvores de fruto!

 

Ser o recreio de escola

Ser meninos a correr,

Ser uma cantiga de roda,

Meninas de cabelo aos cachos,

Ser a alegria de uma boneca de trapos

Ser fisga de rapazinho,

Ser um pássaro, ser um ninho.

Ser tanque de água gelada.

Ser roupa branca a secar.

 

Queria ser feira,

Ser toalha,

Cântaro de barro,

Jarrinha,

Roupa interior colorida,

Gaiola de passarinho,

Ser morena,

Ser trigueira,

Ser tamancos, ser sapatos,

Chinelo de meter o dedo,

Ser tecidos,

Ser cadeiras, escaninhos,

Armários, mesas, panelas,

Discussão de lavradeiras,

Cestos de vime entrançado,

Ser a foice,

Ser ancinho,

O cabo de uma enxada,

Alguidares, jarros e loiça,

Vasos a abarrotar de flores,

Bebé no meio de mantas.

 

Ser domingo,

Saída da missa,

Ser chão do adro da igreja,

Um bonito fato engomado,

Ou vestido vindo da França…

O casamento a preceito,

Boda à sombra da latada,

Ser riso da jovem casada,

Ser dela o noivo bonito,

O galanteio guloso,

Uma flor na lapela.

Ser desejo, ser anseio,

Da vontade que não acaba

Ser só dele, dali a nada…

 

 

Queria ser um Arraial,

Foguetes de muitas cores,

Mesas com bancos corridos,

Tendinha de pano-cru.

Ser cheiro a sardinha assada,

Pão ensopado em azeite,

Vinho a pintar a tigela,

Boroa de forno de lenha,

Fêvera a grelhar no carvão…

 

Queria ser festa animada,

Um coreto engalanado,

Um rancho de folclore,

Uma chula, um vira do Minho,

Ser a dança ou rodopio,

Ser andar de braço dado,

Ser voz da rapariga animada

O olhar de moço cobiçado

Um beijo dado à socapa,

Ser lenço de namorados.

 

Ser ainda a última cantiga,

Ser as “santas noites!” a todos,

A porta da casa encostada,

Ser do sono a recompensa…

Ser o silêncio satisfeito

Ou céu pejado de estrelas.

 

Eu queria ser madrugada,

O galo a cantar no poleiro,

O chilreio da andorinha,

Ser povoação, ser um largo,

Ser aquele vilarejo,

Ser todas as casas branqueadas,

Um gato a dormir no colo,

A cortina da janela,

Ser caminho,

Ser um passeio.

Eu queria ser um ano,

Ser um mês,

Ser só um dia,

Ser uma hora ou um minuto,

Ou ainda que por menos tempo,

Ser vida a andar com vagar,

Bordada a mil e uma cor,

Na barra de um avental!

 

publicado por Cris às 21:43
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Blogagem Colectiva para Flávia em 9/Set/2008


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